Dados clínicos são sagrados. Por isso o MariposaWEB nasceu com criptografia forte, isolamento por perfil e conformidade com a LGPD e os Códigos de Ética do CFP (Psicologia) e do CFM/CRM (Medicina).
Conformidade com a LGPD e os Códigos de Ética do CFP (Psicologia) e do CFM/CRM (Medicina). Consentimento registrado no servidor.
Isolamento por perfil: cada profissional vê apenas seus pacientes e dados. Admin e secretaria com escopos definidos.
Histórico clínico criptografado e autenticação em dois fatores para blindar o acesso.
Audit log de operações — se um dia precisar provar quem fez o quê, está registrado.
Nuvem privada com backups. Seus registros seguros e sempre disponíveis.
O histórico é confidencial e de uso exclusivo dos profissionais, nada exposto por acidente.
Cada dado clínico passa por várias barreiras. Veja, na prática, o que protege o prontuário do seu Paciente.
Relatos clínicos, evolução e plano terapêutico são criptografados no banco de dados. Todo o tráfego trafega por HTTPS/TLS, com HSTS ativo em produção.
Arquitetura multi-inquilino: cada profissional acessa apenas os próprios Pacientes. Admin e secretaria têm escopos definidos, e o acesso a dados clínicos é verificado a cada requisição.
Login com autenticação em dois fatores (2FA), proteção contra CSRF em todas as ações e cabeçalhos de segurança (HSTS, CSP, anti-clickjacking). Ao sair, a sessão é encerrada de verdade.
Documentos e anexos são entregues por uma rota protegida que valida a quem pertence cada arquivo. Tentativa de acesso indevido é bloqueada.
Operações sensíveis ficam registradas. Se um dia for preciso provar quem fez o quê e quando, está tudo auditável.
Nuvem privada com rotina de backups. Seus registros protegidos e sempre disponíveis, sem depender de papel ou de um HD que pode falhar.
A LGPD trata dados de saúde como dado pessoal sensível, que exige cuidado reforçado. É assim que o MariposaWEB lida com isso.
O tratamento de dados é acompanhado por um Encarregado de Proteção de Dados (DPO) especialista em LGPD e Segurança da Informação: Waldiney Nogueira.
Os dados são usados apenas para a gestão do cuidado, com a finalidade combinada. Nada de coleta sem propósito: só o necessário para o atendimento.
O consentimento fica registrado no servidor, com data e hora, dando respaldo tanto ao Paciente quanto ao profissional.
O Paciente tem direito de acessar seu próprio prontuário, conforme a LGPD e a Resolução CFP nº 01/2009: transparência é parte do cuidado.
Os registros são guardados pelos prazos legais: no mínimo 5 anos (Resolução CFP nº 01/2009) e até 20 anos quando são prontuário de saúde (Lei nº 13.787/2018).
As informações clínicas existem apenas para a gestão do atendimento. Não são vendidas nem usadas para publicidade ou qualquer finalidade alheia ao cuidado.
A tecnologia organiza e adianta o trabalho, mas a relação humana entre terapeuta e Paciente nunca é substituída. O profissional é sempre o autor do que vai ao prontuário.
Transcreve o relato ditado após a sessão, ajuda a sintetizar e organizar textos, lê documentos e manuscritos (OCR) e sugere estruturas: tudo como apoio, sob o comando do profissional.
Não decide a conduta clínica, não assina documentos por você e não substitui o vínculo terapêutico. Nada vai ao prontuário sem a revisão e a decisão do profissional, que é o responsável técnico.
O uso de tecnologia e teleatendimento segue as diretrizes profissionais aplicáveis, e o sigilo do Paciente é preservado em todas as etapas.
Seus dados protegidos por lei e por criptografia, seu histórico em sigilo, o direito de acessar o próprio prontuário e a tranquilidade de que só o seu profissional vê o que é seu.
Proteção jurídica com documentação e rastreabilidade, conformidade com a LGPD e alinhamento aos Códigos de Ética do CFP e do CFM/CRM, menos exposição a risco ético e a certeza de que só quem deve, acessa.
7 dias grátis, sem cartão. Criado dentro de um consultório real.